Vários projetos recentes vislumbram atravessar os oceanos em poucos minutos e encurtar o tempo das viagens em até 90%, mas na prática nenhum deles fará isso antes do fim da década
Desde o último voo do Concorde em 2003, a aviação comercial ficou sem uma aeronave capaz de voar mais rápido que o som e cruzar continentes em poucas horas