Um Boeing 737-300 adaptado para combater incêndios se acidentou na tarde desta segunda-feira, 6, no sul da Austrália. A aeronave de matrícula N619SW da empresa Coulson Aviation (EUA) havia sido contratada pelo Governo Federal australiano para realizar missões no Parque Nacional Fitzgerald River.
Não há ainda detalhes do acidente, mas segundo relatos da mídia local, os dois pilotos do 737 sobreviveram e foram levados a um hospital na região com ferimentos leves.
O jato, batizado como Tanker 139, deixou os Estados Unidos no final de 2022 e estava baseado no Aeroporto Regional de Busselton pelo menos desde 13 de dezembro.
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Segundo a Coulson, o jato 737 "está equipado com o Sistema de Entrega Aérea Retardante (RADS) da Coulson Aviation, o sistema patenteado de tanque e liberação da empresa. Com o RADS a bordo, a aeronave é capaz de despejar até 4.000 galões de retardante ou água numa razão de até 3.000 galões por segundo".
O 737-300 N619SW foi encomendado originalmente pela Southwest Airlines junto à Boeing e recebeido em novembro de 1995. A aeronave foi adquirida pela Coulson em agosto de 2017 e convertida para missões anti-incêndio.
“O ATSB está reunindo uma equipe de investigadores de segurança de transporte de seus escritórios de Perth e Canberra com experiência em operações e manutenção de aeronaves, fatores humanos e recuperação de dados para conduzir a fase de coleta de evidências da investigação”, disse o Australian Transport Safety Bureau, orgão de investigação de segurança no transporte do país.
Wayne Coulson, CEO da Coulson Aviation, disse que "ambos os pilotos escaparam do acidente e foram avaliados clinicamente. Nossos pensamentos e nossa preocupação imediata são com os membros da equipe e suas famílias".
De acordo com os dados do FlightRadar24, a aeronave estava em uma órbita de descida a uma altitude mínima de 650 pés antes de cessar a recepção de dados ADS-B.
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