Na primeira parte da matéria sobre o 727 no Brasil, abordamos sua operação nas quatro principais empresas aéreas da época: Cruzeiro do Sul, Transbrasil, VARIG e VASP. Era o principal avião das empresas aéreas na década de 1970 e até meados dos anos de 1980. A chegada dos 737-300 acelerou sua aposentadoria entre as grandes da época.

Na década de 1990, o 727 ganharia outro impulso: como aeronave para empresas de carga e de voos charter. A desregulamentação ocorrida a partir do governo Fernando Collor tornou propício o surgimento dessas empresas aéreas. Assim como na primeira parte, organizaremos as operadoras por ordem cronológica.

TNT-SAVA (1989-1992)

A TNT-SAVA começou suas operações em 1989 com o 727-100F N7288 ex-PT-TYH na Transbrasil e que ser tornaria posteriormente o PT-SAV. Em novembro de 1990 chegou o PT-SAW e que foi colocado na rota entre Guarulhos e Manaus via litoral. As diferenças entre a TNT e a SAVA fizeram a empresa encerrar as operações em 1992.

Itapemirim Cargo (1989-1999)

A Itapemirim Transportes Aéreos (ITA), ou conhecida como Itapemirim Cargo, foi a maior empresa independente cargueira da América Latina em meados da década de 1990.

As duas primeiras aeronaves foram o PP-ITA e PP-ITM, ex-PP-CJL e PP-VLW na Cruzeiro do Sul e VARIG, respectivamente. A frota foi aumentada com a chegada do PT-ITM (1991), PT-ITP (1993) e dos dois únicos 727-200F da empresa: PP-ITR e PP-ITV em 1995.

Os seis 727 ficavam baseados em Viracopos e operavam em conjunto com os caminhões e ônibus da vasta malha rodoviária que o Grupo Itapemirim tinha na época.

Por decisão da diretoria, a frota de 727 cargueiros foi vendida ao longo de 1999, com isso encerrando as operações da Itapemirim Cargo.

ITA 727 em Recife
ITA 727 em Recife

DIGEX (1991-1995)

Unidade do Grupo DiGregório, a DIGEX começou suas operações em 19 de maio de 1991 com o 727-100F N750UA, que posteriormente viraria PT-MDG e PT-TDG. O avião possuía alto grau de operação, sempre com um mecânico à bordo e peças sobressalentes em caso de emergência.

A empresa tinha planos de trazer mais três unidades, inclusive uma da versão -200F. Com a chegada do DC-8-62F, a empresa devolveu o 727-100F em abril de 1995, permanecendo em Opa-Locka, Miami, até ser desmontado em 1998.

Air Vias Brasil (1993-1995)

Considerada a primeira empresa charter – no sentido moderno – do Brasil, a Air Vias Brasil começou as operações em dezembro de 1993, usando para fretamentos no Nordeste e Caribe. O primeiro 727-200 da empresa foi o PP-AIV, posteriormente recebeu o PP-AIW e o N502AV, que seria matriculado como PP-AIU e não foi.

727 com as cores básicas da Air Vias
727 com as cores básicas da Air Vias

Em agosto de 1995 a Air Vias Brasil fechou um acordo com a TABA para a operação conjunta dos 727-200. Pelo acordo, as aeronaves seriam operadas de segunda à sexta pela TABA em voos regulares, e nos finais de semana realizariam voos de fretamento para a Air Vias. A medida era criativa, diga-se de passagem, mas representava o abraço dos afogados, uma vez que as empresas estavam enfrentando crises financeiras.

Além disso a Pantanal Linhas Aéreas acusou a empresa de vender passagens entre São Paulo e Campo Grande, prática então proibida para as empresas de charter.

Com vários reveses, a empresa foi definhando até fechar em novembro de 1995. O PP-AIV foi devolvido e o PP-AIW foi para o Lloyd Aéreo Boliviano como CP-2294 e posteriormente veio para a VASPEX com a matrícula PP-SFQ. O N502AV foi devolvido ainda no começo de 1995 e retornaria ao Brasil com a Tropical Airlines.

Tropical Airlines (1995)

A Tropical Airlines – TCA, era de propriedade do governador do Acre, Orleir Camelli, conhecido por possuir vários CPFs. O 727-200 N580CR, ex-N502AV com a Air Vias Brasil, foi apreendido pela Receita Federal em Guarulhos em 06 de agosto de 1995 por contrabando de eletrônicos.

O avião, que receberia a matrícula PP-TLN, era de propriedade da americana International Air Lease, da Flórida, e a empresa entrou com o pedido de retomada da aeronave. A negação do governo brasileiro em devolver a aeronave resultou em um incidente diplomático entre os dois países, com o embaixador estadunidense Melvin Levitsky intervindo diretamente com o Itamaraty para a resolução do impasse. Após a resolução do imbróglio, a aeronave decolou para os EUA em 03 de novembro de 1997.

TABA (1995)

A regional TABA – Transportes Aéreos da Bacia Amazônica, operou brevemente com dois 727-200 da Air Vias Brasil: PP-AIV e PP-AIW, em um esquema que ela usava a aeronave nos dias úteis e a charteira nos finais de semana. A rota era Belo Horizonte (Pampulha)-Brasília-Carajás-Belém-Santarém e era uma forma de manter o serviço após a devolução dos dois Fokker 100. Naquele momento, a empresa já estava em situação de quase insolvência e a dupla de Boeings foi devolvida no final de 1995.

Fly (1995-2005)

Mais conhecida das empresas charter no Brasil, a Fly começou suas operações em 10 de julho 1995 com o 727-200 PP-LBF e seguia o mesmo roteiro das congêneres da época: voos fretados para a Nordeste, Caribe e Argentina, além de fretamentos específicos.

Um destes fretamentos quase virou tragédia, quando o 727-200 PP-LBY não conseguiu decolar de Quito, Equador, em 1º de junho de 1996, e acabou colidindo com o cercamento do aeroporto. A bordo estava o time do Corinthians que tinha ido realizar uma partida pela Libertadores das Américas.

A Fly era inovadora nos voos charters, oferecendo um bate-volta para Buenos Aires para que os brasileiros fizessem compras e city-tours de um dia na capital portenha, ou a realização de desfiles de praia a bordo de suas aeronaves. A Fly operou com seis 727-200: PP-BLR, PP-BLS, PP-JUB, LBF, LBO e LBY, sendo três simultaneamente.

A Fly conseguiu um relativo sucesso entre os passageiros, trazendo mais 727-200 e ampliando a malha. Mas a ascensão da Gol no mercado de tarifas baixas roubou os passageiros e a empresa foi definhando gradativamente até ficar apenas com o PP-BLR e encerrar as operações regulares em 08 de maio de 2003. Após a paralisação, a Fly tentou retomar as operações, com voos charters, mas encerrou definitivamente suas operações em 2005.

727 no GIG.
727 no GIG.

VASPEX (1996-2005)

A história do 727 na VASP seria retomada em 1996, quando a empresa já estava sob propriedade privada. O novo dono investiu pesado no mercado de cargas e nos contratos com os Correios e trouxe a partir de 1996 05 727-200F para a unidade VASPEX.

Os 727-200F operaram na empresa até o início de 2005, quando o DAC determinou a suspensão dos voos da empresa por uma série de violações em segurança e também por índices baixos de regularidade. A unidade cargueira da VASP foi no embalo da divisão de passageiros e encerrou suas atividades, apesar de possuir um nome já consolidado no mercado de cargas expressas.

727 VASPEX decolando de Recife
727 VASPEX decolando de Recife

 VICA (1997)     

A VICA era uma pequena empresa charter que operava um Fokker 27 em voos de fretamento. Querendo aproveitar do boom dos voos charters para o Nordeste e Caribe, a empresa anunciou a vinda de um 727-200, PR-ARR, para as operações. A aeronave de matrícula N15DF chegou a ser vista com as pinturas da VICA no aeroporto de Opa-Locka, em Miami, mas nunca veio ao Brasil e a empresa encerrou as operações em 1998.

Viabrasil (1998-2002)

Anunciando como uma empresa genuinamente nordestina, a ViaBrasil começou suas operações no final de 1998 com o 727-200 PT-MLM para Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife e Porto Seguro em dias alternados a partir de Guarulhos. A empresa só teve esta aeronave e suas operações foram paralisadas em 2002, quando o DAC constatou a violação de padrões de manutenção da empresa, principalmente o uso do trem de pouso de um 727-100 da Transbrasil no modelo 727-200.

Transair International (1999)

A empresa de voos charter chegou anunciar a vinda do Boeing 727-200 para empresa, como forma de oferecer fretamentos domésticos, em oposição ao serviço que operava com o DC-10-15. Uma aeronave chegou a ser designada, N294AS, que viraria PP-OPR, mas os planos não foram para frente.

VARIG Log (2000-2012)

A VARIG Log nasceu como um projeto ambicioso de integrar os diferentes modais e oferecer um produto competitivo de cargas expressas, concorrendo o SEDEX dos Correios e o VASPEX da VASP.

Além de receber os 727-100F da VARIG Cargo, a VARIG Log trouxe os primeiros 727-200F do Grupo VARIG: PP-VQU e PP-VQV – ambos ex-VASPEX.

PP-VLS_novas cores
PP-VLS_novas cores

Mais 727-200F foram recebidos, PR-LGB e PR-LGB, que começaram a carreira como PP-SNE e PP-CNF, respectivamente, na VASP. No total chegou a operar 8 727 simultaneamente. Em 18 de março de 2002 o PP-VLV fez pouso forçado em Belo horizonte Confins e foi desativado após ser detectado que os custos para recuperar não eram viáveis.

Os 727 na VARIG Log perduraram até 2012, quando a empresa decretou falência.

Total Linhas Aéreas (2000-2024)

A Total começou suas operações regionais no início da década de 1980 e teve um bom desempenho no setor e paralelamente investiu no mercado de cargas, cujo ponto de inflexão ocorreu em 2000, quando recebeu os dois primeiros 727-200F. As aeronaves passaram a operar os voos da RPN.

Durante sua operação, a Total teve 06 unidades do 727-200F: PT-MTQ, PT-MTT, PR-TTB, PR-TTO, PR-TTP e PR-TTW. No final, a   empresa só operou com três 727-200 em operação simultânea: PR-TTO, PR-TTP e PR-TTW, sendo que o -TTP permaneceu em Porto Alegre e não foi retirado a tempo antes das inundações que assolaram o estado em maio de 2024.

Com o recebimento dos 737-400F, os custos maiores de operação e a perda do -TTP em Porto Alegre, a empresa anunciou a desativação do modelo no país, encerrando 54 anos de operações em empresas brasileiras.

Total 727 em Porto Alegre.
Total 727 em Porto Alegre.

ATA Brasil (2003-2005)

Fundada em Recife, a ATA Brasil operou com um 727-200F, PR-GMA, entre 2003 e 2005, com as cores semelhantes à da inglesa FlyJet. A empresa pintou uma segunda aeronave, PR-GMB, mas não saiu da Inglaterra. A única aeronave da empresa foi encostada no Aeroporto Santa Genoveva, Goiânia, no segundo semestre de 2005.

727 abandonado
727 abandonado

TAF (2005-2010)

A TAF surgiu em 1957 como Táxi Aéreo Fortaleza e tornou companhia regional em meados da década de 1990, operando com C208 e EMB-110 em voos no interior do Ceará, fretamentos e cargas da RPN.

A partir dos anos 2000, a empresa expandiu suas operações por meio dos Boeing 737-200, operando serviços tanto de passageiros quanto de cargas. Em 2005 recebe seu primeiro 727-200F e atingiu uma frota de 05 unidades do modelo: PR-MTD, PR-MTL, PR-MTJ, PR-MTK e PT-MTC.

TAF em BSB
TAF em BSB

Em 2010, a ANAC suspendeu as operações da empresa e, em 2013, cassou definitivamente as operações da empresa, com seus 727-200F espalhados em diversos aeroportos.

Air Brasil (2006-2012)

A Air Brasil Cargo começou as operações em 2007 com o 727-200F PR-AIB, recebido em novembro do ano anterior. A empresa trouxe um segundo 727-200, PT-MTJ ex-TAF, mas a empresa tinha violações de operação das aeronaves, voando acima do permitido pela legislação. Em março de 2012, a ANAC cassou a licença de operação da empresa e os 2 727-200F ficaram desde então abandonados no Aeroporto de São Luiz.

Um dos últimos voos da Air Brasil em Teresina (Alexandre Dias).

Platinum Air (2007)

A empresa era subsidiária da estadunidense Platinum Commercial Air Cargo e pretendia operar voos charters no país, trazendo o 727-200 PR-PLH com a fictícia inscrição Boeing 727-200ER.

Prestes a realizar o primeiro voo charter, a ANAC interditou a empresa por falsificação no número de construção da aeronave e outras irregularidades. A Platinum tinha planos de trazer mais 727-200, entre os quais os de número de construção 19.921, 21.984 (PR-PLQ) e 21.971. O PR-PLQ chegou a ter a pintura da empresa, mas nunca saiu do aeroporto de Miami Opa-Locka.

SP Cargo Air (2008-2010)

A cargueira era pretendia começar as operações com o Boeing 727-200F N157KH da Kitty Hawk Cargo, que seria o PR-SPC. Esta aeronave posteriormente foi para a RIO Linhas Aéreas como PR-IOA. Dois 727-200F foram escolhidos para ser o PR-SPC: N909PG e o N740DH, mas ambos não vieram e a empresa nunca realizou voo comercial.

N909PG na Florida
N909PG na Florida

Rio (2009-2017)

A Rio era uma empresa baseada em Curitiba e começou suas operações em julho de 2009 com o 727-200F PR-RLJ entre Curitiba e Fortaleza, com escalas em Guarulhos, Salvador e Recife.

A Rio chegou a operar sete 727-200F: PR-IOA, PR-IOB, PR-IOC, PR-IOD, PR-IOF, PR-IOG e PR-RLJ, além do PR-IOZ que foi adquirido para ser fornecedor de peças para o restante da frota. Além dos 727-200F, a empresa chegou a operar com os 767-200F e 737-400F, mas a frota começou a encolher a partir do momento que descobriram fraudes na relação da empresa com os contratos da Rede Postal Noturna dos Correios. Em 2017, a empresa encerrou as operações.

727 RIO em Recife.
727 RIO em Recife.

Sideral (2017-2019)

A Sideral foi fundada em 2010 e atualmente opera voos cargueiros, contratados pela RPN e charter com uma frota de 737-300/-400/-500/-800. Em 2017 ela arrendou da Rio um Boeing 737-400 e dois 727-200F, PR-IOB e PR-IOC operou com os 727-200F PR-IOB/IOC arrendados da RIO Linhas Aéreas entre 2017 e 2019. Os 727 tinham a pintura básica da Rio, com o nome Sidera aplicado junto à porta de carga.

Asas (2021)

A empresa recebeu em 2021 sua primeira aeronave, 727-200F PR-IOC, ex-Rio e Sideral. Chegou a receber pintura das Lojas Americanas, mas não realizou voos. Seu presidente, Orlando Menezes, anunciou que a empresa teria 03 727-200F operando até o final de 2021, o que não acabou ocorrendo.

Balanço final

No final foram operados 92 Boeing 727 no Brasil, sendo 48 do modelo 727-100 e 44 do 727-200. Foram aeronaves importantes no Brasil em três momentos: a primeira, na década de 1970, por ser a aeronave que consolidou, junto com o 737-200, as operações de jato no mercado doméstico; a segunda foi no mercado charter, com a maioria das empresas do setor operando com esta aeronave; por último o mercado cargueiro, sendo a principal aeronave do segmento para voos domésticos da década de 1980 até 2020.

Além das empresas aéreas locais, as seguintes operadoras estrangeiras operavam com o 727 regularmente no país: Aerolíneas Argentinas, Lloyd Aéreo Boliviano, Pluna, AeroPerú, LADECO, Aerosúr, LanChile, Ecuatoriana de Aviación e operações pontuais da Avianca, quando havia indisponibilidade dos 707.

RELAÇÃO DOS BOEING 727 OPERADOS POR EMPRESAS AÉREAS BRASILEIRAS
OPERADORAPREFIXOMSNMODELO1º VOOCHEGADASAÍDAOBSERVAÇÕES
AeroBrasilPT-TCA19.136727-21C29.08.196600.12.198000.12.1981Retornaria à TransBrasil como PT-TCG
AeroBrasilPT-TYK19.499727-2729.07.196700.10.198400.06.1985
Air BrasilPR-AIB21.363727-22711.04.197700.11.200616.03.2012
Air BrasilPR-MTJ21.952727-2M703.12.198000.09.201119.03.2012
Air Vias BrasilN502AV20.580727-24706.06.197217.01.199501.04.1995Seria PP-AIU
Air Vias BrasilPP-AIV20.874727-24716.07.197430.12.199302.12.1995
Air Vias BrasilPP-AIW22.079727-2J721.02.198002.09.199400.11.1995
AsasPR-IOC22.984727-26419.11.198208.06.2020Empresa não lançou voos comerciais
ATA BrasilPR-GMA20.659727-22403.10.197304.10.200300.05.2005
ATA BrasilPR-GMB21.245727-22727.04.1976NTU
Cruzeiro do SulPP-CJE20.418727-C320.10.197029.01.197108.07.1992
Cruzeiro do SulPP-CJF20.419727-C327.10.197029.01.197100.10.1992
Cruzeiro do SulPP-CJG20.420727-C302.11.197029.01.197116.07.1992
Cruzeiro do SulPP-CJH19.305727-19328.07.196606.11.197219.08.1992
Cruzeiro do SulPP-CJI19.242727-1120.04.196628.05.197316.08.1992
Cruzeiro do SulPP-CJJ19.400727-2916.04.196709.05.197401.09.1983
Cruzeiro do SulPP-CJK18.969727-2520.01.196620.06.197400.10.1992
Cruzeiro do SulPP-CJL18.968727-2518.01.196611.07.197406.08.1990
Cruzeiro do SulPP-VQV19.009727-3020.02.196705.01.198000.03.1980
Cruzeiro do SulN547219.525727-24C20.07.1967NTU
Cruzeiro do SulN547319.526727-24C25.07.1967NTU
Cruzeiro do SulPP-CJH20.421727-C319.03.1971NTU
DIGEXPT-MDG19.319727-44C24.07.196719.05.199111.04.1995Rematriculado PT-TDG
FlyN610AG21.068727-2B605.02.1975NTU
FlyPP-AIV20.874727-24716.07.1974NTU
FlyPP-BLR21.661727-24325.09.197803.03.200100.08.2005
FlyPP-BLS20.655727-22430.03.197301.01.200000.09.2002
FlyPP-JUB21.242727-22731.03.197615.12.200000.10.2002
FlyPP-LBF20.705727-2B607.05.197301.07.199500.07.2000
FlyPP-LBO22.377727-2B611.06.198026.03.199727.12.1999
FlyPP-LBO21.298727-2B604.02.1977NTU
FlyPP-LBY21.297727-2B624.11.197609.04.199601.06.1996
ItapemirimPP-ITA18.968727-2518.01.196606.08.199029.10.1999
ItapemirimPP-ITL20.078727-4622.01.196906.10.199306.04.1999
ItapemirimPP-ITM19.507727-17325.08.196717.09.199126.03.1999
ItapemirimPP-ITP19.313727-3011.05.196701.09.199328.09.1999
ItapemirimPP-ITR22.549727-22509.04.198104.06.199529.10.1999
ItapemirimPP-ITV22.476727-25906.05.198131.03.199529.10.1999
Platinum AirPR-PLH22.434727-22517.10.198009.07.200604.14.2007
Platinum AirPR-PLQ21.984727-23117.01.1980NTU
Platinum AirN1279E21.971727-2Q612.10.1979NTU
Platinum AirN7639U19.912727-22218.12.1968NTU
RioPR-IOA21.512727-21404.05.197816.12.200800.03.2013
RioPR-IOB22.983727-26418.11.198202.07.201000.00.2016
RioPR-IOC22.984727-26419.11.198219.05.201000.00.2016
RioPR-IOD23.014727-26426.01.198321.05.201000.00.2017
RioPR-IOF21.692727-21407.05.197924.06.201100.00.2017
RioPR-IOG21.691727-21404.05.197907.01.201100.00.2016
RioPR-RLJ21.513727-21407.07.197815.12.200800.03.2013
RioPR-IOZ20.664727-22416.10.197410.07.2010B/UUsado como peças de reposição
SideralPR-IOB22.983727-26418.11.198200.01.201700.00.2019
SideralPR-IOC22.984727-26419.11.198200.01.201700.00.2019
SP Cargo AirN750US21.512727-21404.05.1978NTUSeria PR-SPC
SP Cargo AirN909PG21.852727-2K519.11.1979NTUSeria PR-SPC
SP Cargo AirN740DH21.930727-2Q911.07.1979NTUSeria PR-SPC
TABAPP-AIV20.874727-24716.07.197400.08.199502.12.1995
TABAPP-AIW22.079727-2J721.02.198000.08.199500.11.1995
TAFPR-MTD21.248727-22714.10.197630.08.200615.06.2015
TAFPR-MTJ21.952727-2M703.12.198017.12.200708.07.2011
TAFPR-MTK20.037727-22207.03.196907.08.200801.12.2009
TAFPR-MTL20.879727-2J722.04.197429.07.200915.06.2015
TAFPT-MTC20.409727-22817.11.197024.03.200515.06.2015
TNT SAVAPT-SAV19.497727-27QC23.06.196710.07.198916.10.1992
TNT SAVAPT-SAW19.393727-19114.04.196707.11.199016.10.1992
TNT SAVAN8119N18.270727-2525.09.1964NTU
TotalPR-TTB22.007727-22311.07.198020.08.2002SEM DADOS
TotalPR-TTO21.200727-2M727.05.197620.08.201920.09.2024
TotalPR-TTP21.502727-2M720.04.197820.08.201900.05.2024
TotalPR-TTW22.438727-2M707.11.198014.03.201923.09.2024
TotalPT-MTQ22.053727-24313.05.198004.11.200000.00.2014
TotalPT-MTT22.167727-24320.05.198117.11.200000.00.2014
Transair InternationalPP-OPR22.146727-29009.05.1980NTU
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ViabrasilPT-MLM21.229727-2B602.03.197721.11.199807.07.2002
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VICAN8881Z21.578727-22501.11.1978NTU
NTU: Not Taken Up
Fontes: Enciclopédia 727, Cronologia da Aviação Comercial Brasileira 1897-2017 e Aeromuseu