O Azerbaijão tornou-se oficialmente o quarto país a operar o caça sino-paquistanês JF-17 Block III após cinco aeronaves do modelo participarem de um desfile militar na capital Baku no domingo, 9 de novembro.
O evento segue um anúncio anterior do presidente Ilham Aliyev em setembro sobre a aquisição. O pedido do Azerbaijão por 40 aeronaves, avaliado em US$ 4,6 bilhões, representa um dos maiores contratos de aquisição para a plataforma JF-17 até o momento.
A aeronave desenvolvida pela Chengdu e a PAC tem como proposta ser um caça acessível de exportação. Agora o Azerbaijão se junta ao Paquistão, Mianmar e Nigéria como operadores do JF-17.

A variante do JF-17 Block III conta com o radar KLJ-7A e é movido pelo motor Klimov RD-93, com a possibilidade de integração futura do motor chinês Guizhou WS-13 Taishan.
Antes da entrega, a frota de caças do Azerbaijão incluía 12 MiG-29 e 18 Su-25, fornecidos pela Rússia, um país que ainda mantém influência na região da Ásia Central.
Um país que quase se tornou cliente do jato foi a Argentina, durante o governo do esquerdista Alberto Fernandéz. No entanto, a pressão do governo dos EUA fez a Força Aérea optar por caças F-16 de segunda mão fornecidos pela Dinamarca.
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