A Azul Linhas Aéreas voltou a receber um novo jato E195-E2 da Embraer nesta quarta-feira, 10, a aeronave de matrícula PS-KSB, que fez o tradicional voo de Montevidéu, no Uruguai, para Confins, em Belo Horizonte.
A empresa aérea, que está sob proteção judicial na legislação norte-americana do “Capítulo 11”, não recebia um jato novo desde maio, mas o E2 não deve ser usado em voos por algum tempo. Com falta de peças de reposição, a aeronave deve servir como “almoxarifado” para a frota ativa de 30 jatos do modelo.
Isso já ocorre com outro E195-E2, o PS-KSA, repassado pela arrendadora Azorra em dezembro passada e que está parado desde então em Bauru (SP).
Aviões a caminho da devolução
Ao mesmo tempo em que tenta contornar os problemas de disponibilidade da frota, a Azul também obteve um outro avanço recentemente.

O tribunal de falências dos EUA que cuida do seu caso, aprovou o pedido da empresa para rescindir contratos de leasing de quatro aeronaves. A decisão abrange um Airbus A320neo e três jatos Embraer E195.
As aeronaves envolvidas estão registradas como PR-YYB (A320neo) e PR-AXW, PR-AUM and PR-AUO (Embraer E195). Elas pertencem às empresas ICBC e Muzinich. Segundo documentos da corte dos EUA, os jatos deverão ser devolvidos até o final deste mês.
Todos eles já não eram usados há algum tempo e estão armazenados em Bauru e Pampulha.
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