A Boeing teve um bom mês de entregas de aeronaves comerciais em setembro, com 55 jatos enviados aos seus clientes, incluindo três unidades para uso militar (um E-7 Wedgetail e dois KC-46A).
O número é ligeiramente menor do que agosto (57), mas 67% maior do que em setembro de 2024 (apenas 33 aeronaves).
O 737 MAX teve 40 aeronaves entregues, pouco acima do limite mensal de produção (38 jatos), imposto pela FAA após os problemas de segurança da Boeing.
A fabricante, no entanto, já iniciou a expansão do ritmo de produção em outubro, o que deve se refletir em um volume maior de entregas possivelmente a partir de 2026.
Até setembro foram entregues 325 737 MAX, 100 a mais do que no mesmo intervalo de nove meses de 2024.
A família 787 também mostra evolução, com 61 aviões entregues no ano, ante 36 no ano passado. Apenas a variante 787-10 está abaixo de 2024, com 11 entregas contra 15 aviões.
Entre os cargueiros, o 777X vem demonstrando uma grande performance, com 29 aeronaves entregues, 18 a mais do que em 2024. Já o 767F teve 10 aviões enviados aos clientes contra oito no ano passado.

No acumulado do ano, a Boeing entregou 440 aeronaves comerciais, 67 a menos do que a Airbus (507), mas bem acima de 2024 (291 aviões).
Turkish Airlines fez pedido de 50 aviões
Entre os pedidos, setembro adicionou 96 aeronaves ao backlog. A maior encomenda veio da Turkish Airlines, com 35 787-9 e 15 787-10.
A Norwegian Air exerceu a opção de compra de 30 737 MAX e a Uzbekistan Airways fechou um acordo para 14 787-9. Houve ainda um cliente não identificado que adquiriu dois 737 MAX. O backlog até setembro é de 5.987 aeronaves, segundo a Boeing.
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