A Boeing começou a promover seu jato de treinamento T-7A Red Hawk como candidato a equipar a Real Força Aérea (RAF) com novos aviões, de acordo com a Flight Global. A iniciativa surge enquanto o Reino Unido se prepara para substituir sua frota de jatos Hawk T2 e os restantes Hawk T1 usados pela equipe de exibição Red Arrows.
O Ministério da Defesa do Reino Unido mencionou brevemente a necessidade de substituir os Hawks em um recente relatório de defesa. Uma competição formal para a aquisição deve ser lançada em 2026, com uma equipe de projeto já estabelecida para iniciar os preparativos.
As aeronaves Hawk T1 da equipe Red Arrows datam do final dos anos 1970 e devem ser substituídas até 2030 para manter a capacidade operacional. A RAF opera atualmente 28 Hawk T2, que também estão previstas para substituição.
O T-7A da Boeing está em uma fase avançada de desenvolvimento e teste, com a produção já em andamento para a Força Aérea dos EUA. A Boeing já entregou cinco ativos de desenvolvimento de engenharia e fabricação para apoiar os testes e a avaliação.

A Força Aérea dos EUA planeja aumentar a produção do T-7A após uma decisão de Marco C em 2026. Este cronograma se alinha ao esperado processo de aquisição do Reino Unido.
A Boeing e a Saab, que estão desenvolvendo o T-7A em conjunto, iniciaram discussões preliminares com a BAE Systems sobre uma possível colaboração para a necessidade do Reino Unido.
Negociações iniciais com o governo do Reino Unido estão em andamento para propor o T-7A como substituto para os jatos de treinamento rápidos da RAF, mas outros concorrentes devem participar de qualquer competição eventual.
O mercado de jatos de treinamento avançados atualmente inclui aeronaves como o KAI T-50, o TAI Hürjet e o Leonardo M-346, entre outros.
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