A China Airlines reduziu as aquisições previamente planejadas de aeronaves Airbus A350-900 e A321neo, de acordo com um comunicado enviado à bolsa de valores de Taipei.

A companhia agora irá adquirir três A350-900 em vez de cinco, enquanto seu pedido de A321neo foi reduzido de oito aeronaves para duas. A revisão envolve um acordo divulgado em junho do ano passado, que abrangia um total de 13 aeronaves.

A China Airlines afirmou que o ajuste foi feito com base em “fatores estratégicos”. A mudança reduz o valor da parte referente ao A350-900 do negócio para cerca de US$ 1,2 bilhão, de quase US$ 2 bilhões.

Os jatos A321neo eram originalmente esperados por meio de um contrato de leasing, que também foi reduzido sob o plano atualizado.

Embora a desistência do A350-900 seja uma decisão lógica, a perda de aeronaves como o A321neo surpreende, dada a enorme demanda por jatos de corredor único.

Apesar das reduções, a companhia continua a manter pedidos para aeronaves maiores de fuselagem larga. Isso inclui 15 Airbus A350-1000 após um pedido adicional feito em dezembro, assim como um pedido da Boeing anunciado em maio de 2025, abrangendo 10 jatos de passageiros 777-9 e quatro cargueiros 777-8F.

A350-900 da China Airlines (Airbus)
A350-900 da China Airlines (Airbus)