A Conviasa, companhia aérea estatal da Venezuela, teve amenizadas as sanções estabelecidas pelo governo dos Estados Unidos em relação à frota de jatos Embraer E190.

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA autorizou que a empresa aérea realize serviços de manutenção nas aeronaves e que elas possam voar para fora do país.

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A Conviasa tem 15 jatos E190 em sua frota, além de manter um Lineage 1000 (versão VIP) da aeronave a serviço da presidência da Venezuela.

Os aviões foram adquiridos da Embraer no início da década passada e entregues entre 2012 e 2015, portanto são bem mais novos que os cinco Airbus A340 (média de idade de 24 anos) e seu único turboélice ATR 42 (28 anos).

Os dois A340 e os 16 E-Jets da Conviasa (Divulgação)
Os dois A340 e os 16 E-Jets da Conviasa (Divulgação)

Airbus A340 seguem alvo de sanções

A medida permite que a Conviasa proceda com “todas as transações normalmente incidentes e necessárias à manutenção geral (incluindo reparação) das aeronaves bloqueadas”, e que foram listadas em um anexo do documento.

A autorização, datada de 16 de novembro, também permite que as aeronaves realizem voos não comerciais (sem fins lucrativos) entre países fora dos EUA.

A despeito de as aeronaves terem sido desenvolvidas e montadas no Brasil, grande parte dos componentes é fornecida por empresas dos EUA como é o caso dos motores CF-34, fabricados pela GE.

O governo dos EUA, no entanto, não estendeu o alívio aos widebodies A340 e o ATR 42. As aeronaves têm recebido suporte de empresas do Irã, que também é alvo de sanções.