Os Estados Unidos realizaram operações militares na Venezuela na madrugada do sábado, 3, e capturaram o presidente Nicolás Maduro, que foi retirado do país, segundo o presidente dos EUA, Donald Trump. A intervenção envolveu ação direta em território venezuelano e a remoção do chefe de Estado do país.
As forças armadas dos EUA iniciaram ataques em larga escala, visando bases venezuelanas, instalações portuárias e torres de comunicação, após um aumento de ativos na região do Comando Sul dos EUA. A participação do grupo de ataque de porta-aviões USS Gerald R. Ford e do grupo de prontidão anfíbia Iwo Jima foi confirmada em relatórios operacionais.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram vários helicópteros sobrevoando a capital, Caracas, mas a autenticidade das imagens não pôde ser confirmada.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e retirado do país junto com sua esposa”, afirmou Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.

O governo venezuelano não confirmou imediatamente a captura de Maduro, mas emitiu um comunicado convocando grupos sociais e políticos a se mobilizarem em resposta à ação dos EUA. “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativar planos de mobilização e repudiar este ataque imperialista”, declarou o Governo Bolivariano.
A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) emitiu um Aviso para Missões Aéreas (NOTAM) fechando o espaço aéreo venezuelano para todas as companhias aéreas comerciais e aeronaves civis devido às operações militares em andamento. Essa restrição afeta todo o tráfego de sobrevoo e destino na região.

A Força Aérea da Venezuela possui uma frota mista que inclui caças Sukhoi Su-30MK2 fabricados na Rússia e F-16 mais antigos, mas o estado atual das aeronaves é desconhecido.
A última intervenção militar direta dos EUA na América Latina ocorreu com a invasão do Panamá em 1989. O espaço aéreo da Venezuela já havia enfrentado restrições limitadas, mas o fechamento total pela FAA ressalta a escala operacional e o perfil de risco da aviação da situação atual.
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