A Total Linhas Aéreas revelou planos de retomar operações regulares de transporte de passageiros em 2026, inicialmente em rotas regionais e aeroportos estratégicos no Brasil.
O anúncio ocorre após a empresa ter ensaiado alguns movimentos para contar com jatos comerciais, incluindo um inusitado potencial acordo pelo COMAC C919, avião chinês equivalente ao Boeing 737 e o Airbus A320.
Recentemente, seis Embraer E-Jets foram associadas com a Total, mas até o momento nenhum deles acabou repassado à companhia. São três E195 que voavam na Breeze Airways e três E190 antes operando em companhias ucranianas.
“Estamos falando de um movimento estruturado, feito com responsabilidade operacional e financeira. A Total tem uma história sólida na aviação e entende que voltar ao transporte regular de passageiros exige planejamento, respeito aos processos e visão de longo prazo”, disse Paulo Almada, CEO da Total Linhas Aéreas.

Segundo a empresa, o projeto prevê a utilização de “aeronaves compatíveis com o perfil regional” e análise de oportunidades em terminais relevantes, como São Paulo. Na imagem que acompanha o texto aparecem turboélices ATR, os quais a Total operou no passado.
Fundada em 1988, a Total iniciou serviços como táxi aéreo operando turboélices Embraer EMB-110 Bandeirante. Anos depois, a frota foi expandida e passou a contar um EMB-120 Brasilia da versão que podia ser convertida para carga ou passageiro.
Em 1996, a Total conseguiuu ser homologada como companhia aérea, tendo recebido dois ATR 42 naquele ano. A frota regional cresceu nos anos seguintes e a empresa passou a atuar na carga aérea, com jatos Boeing 727 e, mais tarde, 737.
Os voos regionais acabaram sendo transferidos para a Trip, que posteriormente foi assumida pela Azul Linhas Aéreas.
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